Lendo a Erika, confirmo a minha convicção de que nem todos os professores morrem aos vinte e são enterrados aos sessenta. Até à idade de seis anos, uma criança já terá passado mais de cinco mil horas diante de um televisor. Sem fazer perguntas. A quem poderá perguntar, sozinho, perante um ecrã? Nem os adultos se interrogam sobre o impacto formativo do uso excessivo da televisão, sobre passividade, alienação... Interrogar-...