representações sociais

Sociology: The Basics (Ken Plummer)

Review

‘Written for those who know little to nothing about sociology, the book presents sociological theory, theorists, and key terms and concepts while enticing readers with humor, illustrative stories, and sociological antidotes, producing a foundational level of understanding in sociology. Valuable to the most novice student as well as to the well-versed sociologist. Highly recommended’ – Choice May 2011

Product Description

A lively, accessible and comprehensive introduction to the diverse ways of thinking about social life, Sociology: The Basics examines:

  • the scope, history and purpose of sociology
  • ways of understanding ‘the social’
  • the state of the world we live in today
  • suffering and social inequalities
  • key tools for researching and thinking about ‘the social’
  • the impact of new technologies.

The reader is encouraged to think critically about the structures, meanings, histories and cultures found in the rapidly changing world we live in. With tasks to stimulate the sociological mind and suggestions for further reading both within the text and on an accompanying webpage, this book is essential reading for all those studying sociology, and those with an interest in how the modern world works.

About the Author

Ken Plummer is Emeritus Professor of Sociology at the University of Essex, UK and is internationally known for his research on sexualities and narrative. He is author of the best selling Sociology: A Global Introduction (with John Macionis, 5th edition, 2011).

Fonte: Amazon.co.uk

“O Retorno do Actor.” (Alain Touraine, 1996)

Sinopse

Durante dois séculos, o culto da sociedade submeteu os actores sociais às leis da Razão, da História e do Poder. Não será tempo de questionar a nossa representação da vida social, de substituir uma concepção centralizada nas noções de evolução, de instituição e de participação por uma valorização das ideias de autoprodução, de movimento social e de sujeito?

Esta alteração de pensamento corresponde, hoje, à passagem da sociedade industrial, organizada como uma empresa ou como um exército empenhado fundamentalmente no domínio da natureza, para um novo tipo de organização social capaz de agir mais directamente sobre os comportamentos e as relações sociais, nomeadamente por meio da produção de informações, de linguagens e de imagens.

A vida social jã não pode ser compreendida como a manifestação de uam essência – ou de exigências funcionais -, mas como constante invenção através dos conflitos e das negociações, das regras da vida colectiva. Esta obra deveria, talvez, segundo o autor, chamar-se «o regresso do indivíduo», porque o indivíduo é o nome do actor quando se situa ao nível da historicidade, da produção das grandes orientações normativas da vida social. Contudo a preferência pelo termo de «actor» foi porque aquele regresso se opera a todos os níveis da vida social. Porém, o essencial é, de facto, a necessidade de definir novamente o indivíduo, agora menos pela sua capacidade de dominar e de transformar o mundo, que pela distância que ele toma em relação a essa mesma capacidade, aos aparelhos e aos discursos que a desenvolvem. O indivíduo apreende-se, para lá das suas obras e contra elas, como o seu silêncio, como a estranheza ao mundo dito social e, também, como desejo de encontro com o outro, reconhecido como indivíduo. Um livro fascinante e actual, num mundo de crises, onde é urgente reconhecer a necessidade de uma renovação do pensamento social.

Fonte: Wook