Educação Comparada

TALIS (Teaching and Learning International Survey, OCDE)

Acerca do Talis:

O TALIS 2013 (Teaching and Learning International Survey) é o segundo inquérito da OCDE sobre ensino e aprendizagem, refletindo principalmente, sobre os ambientes de aprendizagem nas escolas e as condições de trabalho dos docentes. O primeiro decorreu em 2008 em 24 países e, devido ao seu sucesso e relevante contribuição para as políticas de desenvolvimento educativo nos países participantes, foi decidido implementar uma segunda edição do estudo – TALIS 2013.

Entre outros aspetos, a análise cruzada dos dados permitirá:

  • Comparar políticas públicas adotadas nos 30 países de cinco continentes onde o inquérito está a ser realizado;
  • Contribuir para diminuir as falhas de informação sobre os sistemas educativos dos diversos países;
  • Dar a oportunidade aos professores e diretores das escolas de contribuírem para a análise da educação e do desenvolvimento de políticas em áreas chave;
  • Possibilitar aos países a identificação de outros países com desafios semelhantes e aprenderem com outras abordagens políticas.

 

O que é:

Os países participantes determinaram as políticas investigadas no TALIS. A edição de 2013 debruça-se sobre o contexto profissional do docente, as suas condições de trabalho e o impacto da escola na sua eficiência. O TALIS 2013 pesquisará:

  • A formação do docente e o seu desenvolvimento profissional;
  • A apreciação do trabalho do docente e o feedback recebido;
  • O clima de escola;
  • A liderança nas escolas;
  • Os princípios pedagógicos dos docentes;
  • As práticas pedagógicas dos docentes.

 (Mais informações em: http://www.gepe.min-edu.pt/np4/660.html)

Fontehttp://www.gepe.min-edu.pt/np4/660.html

Después de la tormenta neoliberal: La política educativa latinoamericana entre la crítica y la utopía. (Carlos Alberto Torres)

Síntesis:

Este artículo, que tiene como marco referencial la extensión de oportunidades educativas a niños, a jóvenes e incluso a adultos de todos los sectores sociales en América Latina que marcó el siglo xx, muestra cómo el ideario de la Ilustración benefició la ampliación de los servicios educativos en pre-escolar, primaria, secundaria y universidad, generando una expansión educativa de envergadura. Unidad en la diver­sidad de experiencias educativas en la región puede ser la divisa de esta conversación sobre grandezas y miserias en la educación latinoamericana en el siglo pasado. Haciendo un balance de su expansión y crisis, se sintetizan aquí algunas de las grandes propuestas neoliberales en la educación, especialmente la agenda de la privatización que contraviene profundamente los principios de extensión de oportunidades educativas, calidad de la educación, igualdad y acceso predicados por los gobiernos liberales de la región. Con razón el sociólogo y educador argentino Daniel Filmus, quien fuera ministro de Educación, en los comentarios finales de su artículo titulado «Liberales eran los de antes» (Filmus, 1996), ofrece algunas perspectivas críticas sobre las opciones utópicas de la educación a partir de la constatación de que hay una serie de hechos interrelacionados: a) una crisis endémica de los sistemas que se refleja en una dislocación real y simbólica entre los discursos de los maestros y los alumnos; b) una dislocación entre los discursos de las nuevas generaciones y los adultos, y c) una fuerte crisis de legitimidad de los sistemas educativos en términos de su efectividad.

Se concluye que la lucha por la educación no es una mera actividad tecnocrática, implementada en los escritorios burocráticos o negociada en los salones escolares, claustros ministeriales y traspatios sindicales. Tampoco es, simplemente, una lucha por mejorar las oportunidades educativas de los individuos, sino que la lucha por la educación es una cuestión de Estado y una lucha por la defensa del pacto democrático.

Palabras clave: América Latina; política educativa; oportunidades educativas; experiencias educativas; calidad de la educación.

Artigo completo

 

Administração da Educação: Lógicas Burocráticas e Lógicas de Mediação

Sinopse

Trata-se de uma obra de síntese e de referência sobre os (des)caminhos da Administração da Educação em Portugal, não sem dar conta do que se passa ao nível do contexto Europeu nos domínios da descentralização, desconcentração e autonomia dos distintos sistemas educativos.
Partindo de uma caracterização dos processos políticos de administração da educação portuguesa nos séculos XIX e XX e interligando os processos técnicos, gestionários, participativos e societários, a obra alarga horizontes dando-nos, já no capítulo II, uma panorâmica europeia do trinómio descentralização, desconcentração e autonomia. No cap. III faz-se a história do modelo de administração da escola de interessa público em Portugal de 1926 a 1986 e o capítulo seguinte dá conta das políticas recentes (até 2003/2004). O cap. V dá conta da tensão existente entre duas metáforas organizacionais – o centro e a rede –, o seguinte visita experiências dos municípios portugueses no âmbito dos contextos educativos locais, e cap. VII prolonga a reflexão em torno da cidade educadora e da coordenação local da educação. Finalmente, o último capítulo debruça-se sobre a problemática dos Agrupamentos de Escolas dando conta das lógicas burocráticas e das lógicas de mediação. Uma obra única para todos os que querem conhecer os complexos terrenos que pisam.
Fonte: Wook
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