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Um Pensador Planetário: Edgar Morin

A Pedagogia do Sorrir ou o Sorrir da Pedagogia?

Com Paulo Freire, (des)construímos caminhos, em alinhamentos epistemologicamente desafiantes com os pressupostos da autonomia do educador na sua relação dialógica com aquele que se subentende como educando, activo e predisposto a (re)desenhar as suas práticas emancipatórias.

Esta Pedagogia do Sorrir que propomos desenvolver pretende analisar o impacto do Sorriso (do saber sorrir) na prática pedagógica do educador; daquele que se auxilia dos afectos para, cientificamente, concertar dinâmicas, estratégias e lideranças que corroborem a existência de uma escola positiva. Parte-se do pressuposto que a Pedagogia transcende a retórica e a demagogia do “saber fazer facilitado”, substituindo-o por um “saber fazer contextualizado e empático” que encontra no “saber sorrir” o motor essencial para a (des)construção de canais saudáveis de comunicação -fase essencial no processo de ensino-aprendizagem assertivo.

O Sorrir da Pedagogia circunscreve-se ao feedback da relação; ao cristalizar visionário do educador e do educando no processo de (des)construção das aprendizagens. Enquanto a Pedagogia do Sorrir se circunscreve ao Processo, o Sorrir da Pedagogia é o resultado; é o sucesso da caminhada.

Aceitar o desafio da Relação talvez seja um dos grandes problemas da Escola de hoje.  Assumir o Outro, pessoa ou organização, como uma realidade sistémica, subjectiva e complexa é um caminho que se (des)constrói, hoje, por curvas e nevoeiros de incertezas, por vezes de devaneios e teorias utópicas quase sempre descontextualizadas. Exige-se um back to basics; um regresso ao espaço onde realmente as aprendizagens se fecundam: a sala de aula.

Nuno Silva Fraga

Chimamanda Adichie: O perigo da história única.

As nossas vidas, as nossas culturas, são compostas por muitas histórias sobrepostas. A romancista Chimamanda Adichie conta a história de como descobriu a sua voz cultural – e adverte que se ouvirmos apenas uma história sobre outra pessoa ou país, arriscamos um desentendimento crítico. (TED)

P.S.: Obrigado Clara por esta partilha, bem-hajas!

People are Strange (The Doors)